Pular para o conteúdo

Yep! Chat Commerce

A venda inteira acontece na conversa. Só o pagamento sai dela.

Cliente, catálogo, preço, frete e pedido na mesma tela do WhatsApp — dentro da plataforma Yep!.

O vendedor não troca de aba. O cliente só sai do WhatsApp para concluir a compra — com o carrinho pronto e o frete já escolhido. E o pedido nasce dentro da loja, não numa cópia dela.

WhatsApp oficial da loja Atendimento
Bom dia! Preciso repor aquele item que peguei mês passado.
Item · ref. 8842-A2 Em estoquePreço da tabela do cliente
Fecha 3 caixas. Consegue melhorar o frete?

Preço, estoque e frete lidos da loja no momento da conversa — não de uma cópia sincronizada de madrugada.

01O problema

O WhatsApp já é o balcão da sua loja.
A diferença é que ninguém registrou isso.

Onde a venda mora No celular do vendedor

O número é pessoal. O histórico do cliente fica na cabeça de quem atendeu — e só lá.

De onde vem o preço De um PDF que pode estar velho

Tabela desatualizada, desconto no olho, estoque conferido a cada pergunta.

O que acontece na saída A carteira sai junto

Conversa, combinado e relacionamento vão embora dentro do aparelho.

O que falta no fechamento O número do canal

Ninguém sabe quanto o WhatsApp faturou no mês, nem quem vendeu o quê.

Não é falta de esforço do time. É falta de sistema.

02Uma venda inteira

Do “bom dia” ao pedido dentro da loja, sem trocar de aba.

À esquerda, o que o cliente vê. À direita, o que a plataforma fez enquanto isso.

Bom dia! Preciso repor aquele item que peguei mês passado.
Cliente reconhecido

O histórico daquele cadastro abre ao lado da conversa: o que ele comprou, quando, por quanto e sob qual condição comercial.

Item · ref. 8842-A2 Em estoquePreço da tabela do cliente
Catálogo lido da loja

Preço da tabela daquele cliente, não o de vitrine. Estoque daquele segundo, não o da última sincronização.

Fecha 3 caixas. Consegue melhorar o frete?
Frete pela regra da loja

Cálculo real pelo CEP do cadastro — não estimativa. E se a sua operação fecha frete no olho, o valor combinado entra no pedido sem gambiarra.

Fechei 3 caixas com o frete que combinamos. Já te mando o link.
Validação antes de comprometer

Estoque, cadastro e condição comercial conferidos antes de o pedido existir. Nada é prometido na conversa que a loja não sustente.

A única coisa que sai da conversa

O carrinho vai montado, com o frete já escolhido. Quem conclui é o cliente, no checkout da sua loja — e o link não faz login automático: exige um código enviado ao e-mail do cadastro dele.

Pedido criado
Pedido nativo na loja

Concluído o checkout, o pedido nasce na plataforma: mesmo fluxo de faturamento, separação e nota de qualquer outro — com o nome de quem atendeu gravado nele.

Cinco mensagens e um pedido. Nenhuma troca de aba.

Um pedido dentro da loja, com o nome de quem vendeu.

03O canal

Um número da empresa.
A equipe inteira dentro dele.

A loja atende por um número oficial, na API oficial do WhatsApp — não por aparelho pessoal, não por conexão não oficial.

  • 01 Um número, vários atendentes

    A equipe inteira trabalha no mesmo número, cada um na sua fila.

  • 02 Fila e distribuição por regra

    As conversas chegam e são distribuídas por região, por linha de produto ou por carteira.

  • 03 Histórico que fica

    Toda a conversa fica registrada na loja, não no celular de quem atendeu.

  • 04 Continuidade

    Vendedor de férias, cliente atendido. Vendedor sai, a carteira fica.

  • 05 Mensagem ativa por template

    Confirmação de pedido, atualização de entrega e campanha saem por modelos aprovados pela Meta, geridos pela plataforma.

  • 06 No celular ou no computador

    O vendedor trabalha de onde estiver, sem instalar nada além do aplicativo.

04O cliente na tela

O vendedor não pergunta quem está do outro lado.
Ele já sabe.

De um lado a conversa. Do outro, tudo o que a loja sabe sobre aquele cliente — sem trocar de aba, sem pedir pra ele esperar enquanto alguém consulta o sistema.

Quando o número bate com um cadastro, o contexto abre sozinho. Quando não bate, o vendedor cria o cadastro na conversa.

Contexto do cliente, ao lado da conversa
Quem é
Cadastro e contato
Região
Condição comercial
O que já comprou
Histórico de pedidos
Itens recorrentes
Ticket médio
Última compra
Situação do pedido
Pedidos em andamento
Status de faturamento
Rastreio da entrega
Onde parou
Carrinho aberto
Cotação pendente
Última interação

05O catálogo

O produto certo,
com o preço daquele cliente.

O vendedor busca por código, referência ou nome e envia direto para a conversa.

O painel mostra o que existe, não o que parece existir.

  • 01 Preço e estoque do momento

    Lidos da sua loja — não de uma cópia sincronizada de madrugada.

  • 02 Preço por perfil de cliente

    Tabela B2B, grupo de cliente, preço por estado: o painel mostra o preço daquele cliente, não o de vitrine.

  • 03 Imagem, descrição e link na hora

    Montados com o dado atual da loja, no formato que o WhatsApp entrega.

  • 04 Vários produtos de uma vez

    Quando o cliente está comparando, o vendedor manda o conjunto — não uma mensagem por item.

  • 05 Alternativa quando falta

    Item sem estoque abre a substituição, em vez de encerrar a conversa.

06O fechamento

O carrinho fecha na conversa.
O pedido, num link que só o cliente abre.

O pedido nasce dentro da loja, com as regras da loja — e chega ao financeiro como qualquer outro.

  1. Carrinho montado na conversa, item a item, com o cliente acompanhando.
  2. Frete real, calculado pela mesma regra da loja — não estimativa.
  3. Frete negociado. Se a sua operação fecha frete no olho, o valor combinado entra no pedido sem gambiarra.
  4. Validação antes de fechar. O sistema confere estoque, cadastro e condição comercial antes de comprometer o pedido.
  5. Link de checkout com verificação por código. O cliente recebe um código no e-mail do cadastro dele — que sempre existe, porque sem e-mail não se cria cliente na plataforma. O código não sai pelo mesmo canal que o link. Link de pagamento com login automático é sequestro de conta esperando acontecer; aqui não é assim.
  6. Pix, boleto e cartão pelos meios que a sua loja já usa, no checkout da própria loja.
  7. Pedido nativo. Concluído o checkout pelo cliente, cai na loja como qualquer outro pedido — mesmo fluxo de faturamento, separação e nota, sem camada de sincronização no meio.

07Recompra e recuperação

A conversa que começa antes de o cliente lembrar.

Recompra e recorrência

Quem vende reposição não precisa esperar o cliente lembrar.

  • 01 Ciclo de consumo por cliente

    A plataforma cruza o histórico e calcula quando aquele cliente deveria estar comprando de novo.

  • 02 Aviso ao vendedor

    No dia em que o ciclo fecha, não no dia em que o cliente some.

  • 03 Lista de compra recorrente

    O cliente repete o pedido anterior dentro da conversa, com o preço de hoje e o estoque de agora.

  • 04 Sugestão pelo histórico real

    O que aquele cliente compra junto — não uma regra genérica de vitrine.

Carrinho abandonado

O cliente montou o carrinho e sumiu. No WhatsApp, dá para perguntar por quê.

  • 01 Sequência automática

    Para quem abandonou, com o opt-in que a sua loja registrou.

  • 02 Cadência curta

    Poucas mensagens, bem espaçadas. Insistência queima o canal.

  • 03 Retomada em um toque

    O cliente volta ao carrinho de onde parou, ou responde e cai no vendedor.

  • 04 Recuperação com nome e número

    Quem voltou, quanto voltou e por qual mensagem — no mesmo relatório do resto do canal.

Carrinho abandonado não vira e-mail que ninguém abre.

Vira conversa — no canal onde aquele cliente já responde, com o carrinho dele do outro lado.

08Copiloto

O seu balcão para de vender às 18h. O do seu cliente, não.

Quando não tem ninguém na tela, o copiloto conduz a conversa: entende o que o cliente procura, encontra no catálogo, monta o carrinho com o frete já calculado e manda o link. Quem fecha é o cliente, no checkout da sua loja — exatamente como faria com um vendedor.

E quando a dúvida sai do roteiro, ele não improvisa: passa para uma pessoa da loja, com a conversa inteira junto.

Fora do horário Atende e monta o carrinho

O cliente pergunta às 23h e sai com o link na mão — não com “retornaremos no próximo dia útil”.

No horário comercial Ajuda quem atende

Sugestão de resposta com o contexto da conversa e o histórico daquele cliente — não texto pronto de manual.

Quando chega áudio Transcrição na hora

Para ler em dez segundos em vez de ouvir três minutos.

Quando passa pra pessoa Escalonamento com contexto

Quem assume entra sabendo o que já foi combinado, sem pedir para o cliente repetir.

O limite

O copiloto conduz a conversa. Nunca decide preço, estoque ou desconto.

Preço, estoque, desconto e disponibilidade vêm sempre do sistema da loja. Quem responde pelo número é a plataforma. O copiloto só oferece o que consultou de verdade — não inventa produto, não inventa condição, não promete o que a loja não tem.

O copiloto se identifica como atendimento automatizado: ninguém descobre depois que estava falando com uma máquina. E o cliente pede uma pessoa quando quiser — a conversa passa para o time da loja a qualquer momento.

Nada disso entra no ar por conta própria: nenhuma configuração do agente atende cliente final sem a sua aprovação por escrito, e ele é calibrado com o seu catálogo e com o vocabulário que os seus clientes usam.

O copiloto é opcional e ativado por loja — quem prefere operar sem ele, opera sem ele, e o painel funciona igual com o time atendendo. O plano tem uma franquia mensal de conversas: atingido o limite, o agente pausa e o atendimento segue com os vendedores, sem cobrança automática por excedente.

09Atribuição e gestão

Toda venda tem dono. A regra de quem leva é sua.

O nome de quem atendeu vai gravado no pedido. E quando quem atendeu foi o copiloto, a atribuição segue a regra que a sua loja definir — não a que o fornecedor achou melhor.

No pedido Vendedor gravado

O nome vai no pedido, aparece no admin da loja e entra nos relatórios.

Por pessoa Receita por vendedor

A loja passa a saber quem está vendendo — e quanto.

Por canal Conversão da conversa

Quantas conversas viraram pedido, e quanto o WhatsApp faturou no mês.

Por operação Resposta e fila

Tempo de resposta e conversas em aberto, por atendente.

Para fechar o mês Relatório exportável

O número sai do pedido, não de planilha preenchida à mão. O cálculo da comissão continua com o seu financeiro — o que muda é a origem do dado que ele usa.

Quando quem atendeu foi a IA A regra é da loja

Cliente novo costuma entrar como venda do canal. Cliente que já tem carteira segue o que você definir: vai para o vendedor dele, ou fica no canal. Vale igual para a recuperação de carrinho que fecha sozinha.

Você decide isso na configuração, não na discussão do fim do mês.

Base para meta, para comissão e para conversa de performance com o time — com o dado saindo do pedido, no mesmo relatório do resto da loja.

10Por que dentro da plataforma

A diferença não está no que aparece na conversa. Está em de onde vem o dado.

Ferramenta de chat commerce costuma conversar com a sua loja por fora: recebe um aviso, guarda uma cópia dos dados e trabalha em cima dessa cópia. Funciona — até o dado divergir. Preço que mudou e não sincronizou. Estoque que acabou entre a consulta e o envio. Tabela B2B que a ferramenta não enxerga porque a loja nunca expôs.

O Yep! Chat Commerce lê a sua loja porque é a sua loja. Mesma base, mesma regra, mesmo instante.

Na prática 01 Não tem defasagem

O que o vendedor vê na tela é o que o sistema tem naquele segundo.

Na prática 02 Não tem teto de integração

Se a regra existe na sua loja, ela vale na conversa — inclusive as que você mandou construir.

Na prática 03 O dado é seu

Sua base de clientes não é copiada para o sistema de mais um fornecedor.

Se a sua loja já usa uma ferramenta de atendimento integrada à plataforma, ela continua funcionando: várias delas estão no nosso ecossistema de integrações. O Chat Commerce não desliga nada por decreto — é a opção nativa, para quem prefere o dado e a regra no mesmo lugar.

11Como entra na sua loja

Ninguém te entrega um construtor de fluxo
e deseja boa sorte.

A ativação é um projeto conduzido pela Yep!, com marco e aceite em cada etapa. Você não monta nada sozinho — e não descobre depois que faltava configurar.

O time já está atendendo antes de o agente entrar.

  1. Canal. Conduzimos a abertura e a verificação da conta na Meta no nome da sua empresa, aprovamos o nome de exibição e migramos o número que a sua loja já usa. É a única etapa que ninguém controla: o prazo é da Meta, e a gente diz isso antes, não depois.
  2. Atendimento. O time entra no painel atendendo o WhatsApp oficial, com busca e envio de produto lidos da sua loja.
  3. Venda. Carrinho, frete, checkout e pedido nativo — testados de ponta a ponta no seu ambiente, não em demonstração.
  4. Curadoria e calibragem. A gente lê o seu catálogo com você e ensina o agente o vocabulário que os seus clientes usam. Rodadas de ajuste, cada uma validada por você.
  5. Operação assistida. Vendedores e agente no ar, com acompanhamento diário nosso.
  6. Produção. Operação completa, treinamento do time e mais 30 dias de acompanhamento.

12Como o WhatsApp é conectado

A conta é da loja. Sempre foi, continua sendo.

A conexão é feita pelo processo oficial da Meta, direto do painel da plataforma Yep!.

Titularidade A conta é da loja

Cada loja tem a própria conta do WhatsApp Business, criada por ela e no nome dela. A Yep! opera essa conta com autorização da loja, e a loja revoga quando quiser — sem perder o número nem a conta. O histórico de conversas e a base de contatos são exportados em formato eletrônico aberto, mediante solicitação, no prazo previsto em contrato.

Cobrança das mensagens Direta com a Meta

A loja cadastra o próprio meio de pagamento e paga à Meta pelo que enviar. A Yep! não intermedeia esse pagamento nem aplica margem sobre ele.

Isolamento O dado não circula entre lojas

Conversas e contatos de uma loja não são compartilhados com outra nem vendidos. Com o copiloto ativo, o conteúdo da interação vai a um provedor de modelo de linguagem só para gerar aquela resposta — e não treina modelo nenhum, nem nosso nem dele. Os fornecedores, a Meta entre eles, estão listados na Política de Privacidade.

13A conta e para quem é

Módulo à parte. Nenhum percentual sobre a venda.

O Chat Commerce é um módulo contratado à parte, com valor fechado conforme o tamanho da operação no canal. Você sabe a conta antes de ativar, e ela não muda com o volume que você vender.

O copiloto é opcional, com franquia mensal de conversas. Atingida a franquia, o agente pausa e o time assume — não existe cobrança automática por excedente. Sem copiloto, o painel funciona igual.

Não cobramos percentual sobre o que você vende pelo canal. E o custo das mensagens é da Meta: você paga à Meta, pelo preço da Meta, e a Yep! não coloca margem em cima.

É a mesma lógica da nossa mensalidade de plataforma: seu crescimento não nos deve nada.

Como a gente cobra, por inteiro

Para quem é Módulo da plataforma, não SaaS avulso

O Yep! Chat Commerce é um módulo da plataforma Yep!, para as lojas que já operam nela. Não é vendido fora dela.

Faz mais diferença em operação com time de vendas, catálogo grande, atendimento consultivo ou recompra — distribuição, B2B e marcas de especialidade.

Privacidade e proteção de dados

O tratamento de dados pessoais no Yep! Chat Commerce — inclusive as mensagens trocadas por WhatsApp — está descrito na nossa Política de Privacidade, onde a Yep! atua como operadora da sua loja.

A controladora é você. A autorização para falar com o cliente e a política de privacidade que ele lê são da sua empresa — e a gente ajuda a acertar as duas na implantação.

Já é cliente Yep!? Fale com o seu contato de sempre para ativar na sua loja.

14Perguntas diretas

O que você ia perguntar na primeira reunião.

A pergunta “Já uso uma ferramenta de WhatsApp.”

Se ela é uma ferramenta de atendimento integrada à plataforma, continua funcionando — várias estão no nosso ecossistema. Se ela roda no número que vamos migrar, a migração encerra essa conexão: um número fala com um provedor por vez. A gente mapeia isso com você antes de começar, não no meio.

A diferença não está na tela: está em de onde vem o preço, o estoque e a tabela daquele cliente.

A pergunta “Meu time não vai usar.”

É uma tela só, no computador ou no celular, e o vendedor não precisa decorar catálogo: ele busca por código, referência ou nome. O treinamento da equipe está incluído na implantação, e a gente acompanha os primeiros 30 dias.

A pergunta “E se a IA errar com o meu cliente?”

O agente consulta a sua loja antes de falar preço, código ou disponibilidade, opera com travas configuradas e transfere a conversa quando sai do roteiro. E nenhuma configuração atende cliente final sem a sua aprovação por escrito.

A pergunta “Vou ficar preso a vocês?”

A conta na Meta e o número são da sua empresa, no nome dela, desde o primeiro dia. Se você sair, leva os dois — e pede a exportação do histórico e da base de contatos, em formato eletrônico aberto, atendida no prazo do contrato. Peça antes de desativar o ambiente.

A pergunta “Isso vai estourar a minha conta?”

Não cobramos percentual sobre o que você vende pelo canal. O copiloto tem franquia mensal e, atingido o limite, ele pausa e o time assume — sem cobrança automática por excedente. A mensagem você paga direto à Meta, pelo preço da Meta.

A pergunta “Quanto tempo até estar vendendo?”

O time começa a atender pelo painel antes de o agente entrar — a venda não espera a IA ficar pronta. A etapa mais imprevisível é a verificação do seu negócio junto à Meta, que não depende de nós nem de você. A gente avisa isso antes, não depois.

O próximo passo

Não mandamos proposta. Entendemos seu negócio primeiro.

Antes de qualquer ferramenta, a gente senta com você pra entender seu negócio, seu público e seu jeito de vender. A personalização começa na primeira conversa.

Fale com um especialista

Uma conversa de diagnóstico — não um pitch de vendas.