Yep! Chat Commerce
A venda inteira acontece na conversa. Só o pagamento sai dela.
Cliente, catálogo, preço, frete e pedido na mesma tela do WhatsApp — dentro da plataforma Yep!.
O vendedor não troca de aba. O cliente só sai do WhatsApp para concluir a compra — com o carrinho pronto e o frete já escolhido. E o pedido nasce dentro da loja, não numa cópia dela.
Preço, estoque e frete lidos da loja no momento da conversa — não de uma cópia sincronizada de madrugada.
01O problema
O WhatsApp já é o balcão da sua loja.
A diferença é que ninguém registrou isso.
O número é pessoal. O histórico do cliente fica na cabeça de quem atendeu — e só lá.
Tabela desatualizada, desconto no olho, estoque conferido a cada pergunta.
Conversa, combinado e relacionamento vão embora dentro do aparelho.
Ninguém sabe quanto o WhatsApp faturou no mês, nem quem vendeu o quê.
Não é falta de esforço do time. É falta de sistema.
02Uma venda inteira
Do “bom dia” ao pedido dentro da loja, sem trocar de aba.
À esquerda, o que o cliente vê. À direita, o que a plataforma fez enquanto isso.
O histórico daquele cadastro abre ao lado da conversa: o que ele comprou, quando, por quanto e sob qual condição comercial.
Preço da tabela daquele cliente, não o de vitrine. Estoque daquele segundo, não o da última sincronização.
Cálculo real pelo CEP do cadastro — não estimativa. E se a sua operação fecha frete no olho, o valor combinado entra no pedido sem gambiarra.
Estoque, cadastro e condição comercial conferidos antes de o pedido existir. Nada é prometido na conversa que a loja não sustente.
O carrinho vai montado, com o frete já escolhido. Quem conclui é o cliente, no checkout da sua loja — e o link não faz login automático: exige um código enviado ao e-mail do cadastro dele.
Concluído o checkout, o pedido nasce na plataforma: mesmo fluxo de faturamento, separação e nota de qualquer outro — com o nome de quem atendeu gravado nele.
Cinco mensagens e um pedido. Nenhuma troca de aba.
Um pedido dentro da loja, com o nome de quem vendeu.
03O canal
Um número da empresa.
A equipe inteira dentro dele.
A loja atende por um número oficial, na API oficial do WhatsApp — não por aparelho pessoal, não por conexão não oficial.
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01
Um número, vários atendentes
A equipe inteira trabalha no mesmo número, cada um na sua fila.
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02
Fila e distribuição por regra
As conversas chegam e são distribuídas por região, por linha de produto ou por carteira.
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03
Histórico que fica
Toda a conversa fica registrada na loja, não no celular de quem atendeu.
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04
Continuidade
Vendedor de férias, cliente atendido. Vendedor sai, a carteira fica.
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05
Mensagem ativa por template
Confirmação de pedido, atualização de entrega e campanha saem por modelos aprovados pela Meta, geridos pela plataforma.
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06
No celular ou no computador
O vendedor trabalha de onde estiver, sem instalar nada além do aplicativo.
04O cliente na tela
O vendedor não pergunta quem está do outro lado.
Ele já sabe.
De um lado a conversa. Do outro, tudo o que a loja sabe sobre aquele cliente — sem trocar de aba, sem pedir pra ele esperar enquanto alguém consulta o sistema.
Quando o número bate com um cadastro, o contexto abre sozinho. Quando não bate, o vendedor cria o cadastro na conversa.
05O catálogo
O produto certo,
com o preço daquele cliente.
O vendedor busca por código, referência ou nome e envia direto para a conversa.
O painel mostra o que existe, não o que parece existir.
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01
Preço e estoque do momento
Lidos da sua loja — não de uma cópia sincronizada de madrugada.
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02
Preço por perfil de cliente
Tabela B2B, grupo de cliente, preço por estado: o painel mostra o preço daquele cliente, não o de vitrine.
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03
Imagem, descrição e link na hora
Montados com o dado atual da loja, no formato que o WhatsApp entrega.
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04
Vários produtos de uma vez
Quando o cliente está comparando, o vendedor manda o conjunto — não uma mensagem por item.
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05
Alternativa quando falta
Item sem estoque abre a substituição, em vez de encerrar a conversa.
06O fechamento
O carrinho fecha na conversa.
O pedido, num link que só o cliente abre.
O pedido nasce dentro da loja, com as regras da loja — e chega ao financeiro como qualquer outro.
- Carrinho montado na conversa, item a item, com o cliente acompanhando.
- Frete real, calculado pela mesma regra da loja — não estimativa.
- Frete negociado. Se a sua operação fecha frete no olho, o valor combinado entra no pedido sem gambiarra.
- Validação antes de fechar. O sistema confere estoque, cadastro e condição comercial antes de comprometer o pedido.
- Link de checkout com verificação por código. O cliente recebe um código no e-mail do cadastro dele — que sempre existe, porque sem e-mail não se cria cliente na plataforma. O código não sai pelo mesmo canal que o link. Link de pagamento com login automático é sequestro de conta esperando acontecer; aqui não é assim.
- Pix, boleto e cartão pelos meios que a sua loja já usa, no checkout da própria loja.
- Pedido nativo. Concluído o checkout pelo cliente, cai na loja como qualquer outro pedido — mesmo fluxo de faturamento, separação e nota, sem camada de sincronização no meio.
07Recompra e recuperação
A conversa que começa antes de o cliente lembrar.
Recompra e recorrência
Quem vende reposição não precisa esperar o cliente lembrar.
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01
Ciclo de consumo por cliente
A plataforma cruza o histórico e calcula quando aquele cliente deveria estar comprando de novo.
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02
Aviso ao vendedor
No dia em que o ciclo fecha, não no dia em que o cliente some.
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03
Lista de compra recorrente
O cliente repete o pedido anterior dentro da conversa, com o preço de hoje e o estoque de agora.
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04
Sugestão pelo histórico real
O que aquele cliente compra junto — não uma regra genérica de vitrine.
Carrinho abandonado
O cliente montou o carrinho e sumiu. No WhatsApp, dá para perguntar por quê.
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01
Sequência automática
Para quem abandonou, com o opt-in que a sua loja registrou.
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02
Cadência curta
Poucas mensagens, bem espaçadas. Insistência queima o canal.
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03
Retomada em um toque
O cliente volta ao carrinho de onde parou, ou responde e cai no vendedor.
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04
Recuperação com nome e número
Quem voltou, quanto voltou e por qual mensagem — no mesmo relatório do resto do canal.
Carrinho abandonado não vira e-mail que ninguém abre.
Vira conversa — no canal onde aquele cliente já responde, com o carrinho dele do outro lado.
08Copiloto
O seu balcão para de vender às 18h. O do seu cliente, não.
Quando não tem ninguém na tela, o copiloto conduz a conversa: entende o que o cliente procura, encontra no catálogo, monta o carrinho com o frete já calculado e manda o link. Quem fecha é o cliente, no checkout da sua loja — exatamente como faria com um vendedor.
E quando a dúvida sai do roteiro, ele não improvisa: passa para uma pessoa da loja, com a conversa inteira junto.
O cliente pergunta às 23h e sai com o link na mão — não com “retornaremos no próximo dia útil”.
Sugestão de resposta com o contexto da conversa e o histórico daquele cliente — não texto pronto de manual.
Para ler em dez segundos em vez de ouvir três minutos.
Quem assume entra sabendo o que já foi combinado, sem pedir para o cliente repetir.
O copiloto conduz a conversa. Nunca decide preço, estoque ou desconto.
Preço, estoque, desconto e disponibilidade vêm sempre do sistema da loja. Quem responde pelo número é a plataforma. O copiloto só oferece o que consultou de verdade — não inventa produto, não inventa condição, não promete o que a loja não tem.
O copiloto se identifica como atendimento automatizado: ninguém descobre depois que estava falando com uma máquina. E o cliente pede uma pessoa quando quiser — a conversa passa para o time da loja a qualquer momento.
Nada disso entra no ar por conta própria: nenhuma configuração do agente atende cliente final sem a sua aprovação por escrito, e ele é calibrado com o seu catálogo e com o vocabulário que os seus clientes usam.
O copiloto é opcional e ativado por loja — quem prefere operar sem ele, opera sem ele, e o painel funciona igual com o time atendendo. O plano tem uma franquia mensal de conversas: atingido o limite, o agente pausa e o atendimento segue com os vendedores, sem cobrança automática por excedente.
09Atribuição e gestão
Toda venda tem dono. A regra de quem leva é sua.
O nome de quem atendeu vai gravado no pedido. E quando quem atendeu foi o copiloto, a atribuição segue a regra que a sua loja definir — não a que o fornecedor achou melhor.
O nome vai no pedido, aparece no admin da loja e entra nos relatórios.
A loja passa a saber quem está vendendo — e quanto.
Quantas conversas viraram pedido, e quanto o WhatsApp faturou no mês.
Tempo de resposta e conversas em aberto, por atendente.
O número sai do pedido, não de planilha preenchida à mão. O cálculo da comissão continua com o seu financeiro — o que muda é a origem do dado que ele usa.
Cliente novo costuma entrar como venda do canal. Cliente que já tem carteira segue o que você definir: vai para o vendedor dele, ou fica no canal. Vale igual para a recuperação de carrinho que fecha sozinha.
Você decide isso na configuração, não na discussão do fim do mês.
Base para meta, para comissão e para conversa de performance com o time — com o dado saindo do pedido, no mesmo relatório do resto da loja.
10Por que dentro da plataforma
A diferença não está no que aparece na conversa. Está em de onde vem o dado.
Ferramenta de chat commerce costuma conversar com a sua loja por fora: recebe um aviso, guarda uma cópia dos dados e trabalha em cima dessa cópia. Funciona — até o dado divergir. Preço que mudou e não sincronizou. Estoque que acabou entre a consulta e o envio. Tabela B2B que a ferramenta não enxerga porque a loja nunca expôs.
O Yep! Chat Commerce lê a sua loja porque é a sua loja. Mesma base, mesma regra, mesmo instante.
O que o vendedor vê na tela é o que o sistema tem naquele segundo.
Se a regra existe na sua loja, ela vale na conversa — inclusive as que você mandou construir.
Sua base de clientes não é copiada para o sistema de mais um fornecedor.
Se a sua loja já usa uma ferramenta de atendimento integrada à plataforma, ela continua funcionando: várias delas estão no nosso ecossistema de integrações. O Chat Commerce não desliga nada por decreto — é a opção nativa, para quem prefere o dado e a regra no mesmo lugar.
11Como entra na sua loja
Ninguém te entrega um construtor de fluxo
e deseja boa sorte.
A ativação é um projeto conduzido pela Yep!, com marco e aceite em cada etapa. Você não monta nada sozinho — e não descobre depois que faltava configurar.
O time já está atendendo antes de o agente entrar.
- Canal. Conduzimos a abertura e a verificação da conta na Meta no nome da sua empresa, aprovamos o nome de exibição e migramos o número que a sua loja já usa. É a única etapa que ninguém controla: o prazo é da Meta, e a gente diz isso antes, não depois.
- Atendimento. O time entra no painel atendendo o WhatsApp oficial, com busca e envio de produto lidos da sua loja.
- Venda. Carrinho, frete, checkout e pedido nativo — testados de ponta a ponta no seu ambiente, não em demonstração.
- Curadoria e calibragem. A gente lê o seu catálogo com você e ensina o agente o vocabulário que os seus clientes usam. Rodadas de ajuste, cada uma validada por você.
- Operação assistida. Vendedores e agente no ar, com acompanhamento diário nosso.
- Produção. Operação completa, treinamento do time e mais 30 dias de acompanhamento.
12Como o WhatsApp é conectado
A conta é da loja. Sempre foi, continua sendo.
A conexão é feita pelo processo oficial da Meta, direto do painel da plataforma Yep!.
Cada loja tem a própria conta do WhatsApp Business, criada por ela e no nome dela. A Yep! opera essa conta com autorização da loja, e a loja revoga quando quiser — sem perder o número nem a conta. O histórico de conversas e a base de contatos são exportados em formato eletrônico aberto, mediante solicitação, no prazo previsto em contrato.
A loja cadastra o próprio meio de pagamento e paga à Meta pelo que enviar. A Yep! não intermedeia esse pagamento nem aplica margem sobre ele.
Conversas e contatos de uma loja não são compartilhados com outra nem vendidos. Com o copiloto ativo, o conteúdo da interação vai a um provedor de modelo de linguagem só para gerar aquela resposta — e não treina modelo nenhum, nem nosso nem dele. Os fornecedores, a Meta entre eles, estão listados na Política de Privacidade.
13A conta e para quem é
Módulo à parte. Nenhum percentual sobre a venda.
O Chat Commerce é um módulo contratado à parte, com valor fechado conforme o tamanho da operação no canal. Você sabe a conta antes de ativar, e ela não muda com o volume que você vender.
O copiloto é opcional, com franquia mensal de conversas. Atingida a franquia, o agente pausa e o time assume — não existe cobrança automática por excedente. Sem copiloto, o painel funciona igual.
Não cobramos percentual sobre o que você vende pelo canal. E o custo das mensagens é da Meta: você paga à Meta, pelo preço da Meta, e a Yep! não coloca margem em cima.
É a mesma lógica da nossa mensalidade de plataforma: seu crescimento não nos deve nada.
O Yep! Chat Commerce é um módulo da plataforma Yep!, para as lojas que já operam nela. Não é vendido fora dela.
Faz mais diferença em operação com time de vendas, catálogo grande, atendimento consultivo ou recompra — distribuição, B2B e marcas de especialidade.
O tratamento de dados pessoais no Yep! Chat Commerce — inclusive as mensagens trocadas por WhatsApp — está descrito na nossa Política de Privacidade, onde a Yep! atua como operadora da sua loja.
A controladora é você. A autorização para falar com o cliente e a política de privacidade que ele lê são da sua empresa — e a gente ajuda a acertar as duas na implantação.
Já é cliente Yep!? Fale com o seu contato de sempre para ativar na sua loja.
14Perguntas diretas
O que você ia perguntar na primeira reunião.
Se ela é uma ferramenta de atendimento integrada à plataforma, continua funcionando — várias estão no nosso ecossistema. Se ela roda no número que vamos migrar, a migração encerra essa conexão: um número fala com um provedor por vez. A gente mapeia isso com você antes de começar, não no meio.
A diferença não está na tela: está em de onde vem o preço, o estoque e a tabela daquele cliente.
É uma tela só, no computador ou no celular, e o vendedor não precisa decorar catálogo: ele busca por código, referência ou nome. O treinamento da equipe está incluído na implantação, e a gente acompanha os primeiros 30 dias.
O agente consulta a sua loja antes de falar preço, código ou disponibilidade, opera com travas configuradas e transfere a conversa quando sai do roteiro. E nenhuma configuração atende cliente final sem a sua aprovação por escrito.
A conta na Meta e o número são da sua empresa, no nome dela, desde o primeiro dia. Se você sair, leva os dois — e pede a exportação do histórico e da base de contatos, em formato eletrônico aberto, atendida no prazo do contrato. Peça antes de desativar o ambiente.
Não cobramos percentual sobre o que você vende pelo canal. O copiloto tem franquia mensal e, atingido o limite, ele pausa e o time assume — sem cobrança automática por excedente. A mensagem você paga direto à Meta, pelo preço da Meta.
O time começa a atender pelo painel antes de o agente entrar — a venda não espera a IA ficar pronta. A etapa mais imprevisível é a verificação do seu negócio junto à Meta, que não depende de nós nem de você. A gente avisa isso antes, não depois.
O próximo passo
Não mandamos proposta. Entendemos seu negócio primeiro.
Antes de qualquer ferramenta, a gente senta com você pra entender seu negócio, seu público e seu jeito de vender. A personalização começa na primeira conversa.
Uma conversa de diagnóstico — não um pitch de vendas.